Pergunta que eu respondo

Tens dúvidas acerca dos teus direito ou deveres de aluno? Tens dúvidas quanto à forma de proceder quando te acontece alguma coisa na escola?
ENTÃO, PERGUNTA QUE EU RESPONDO
escreve um e.mail para
alunodamorgado@gmail.com
indica a tua dúvida e identifica-te com o teu nome, ano e turma. Os teus problemas/dúvidas não serão divulgados .
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quarta-feira, 29 de abril de 2009

A INDISCIPLINA NA ESCOLA


O conceito de indisciplina é susceptível de múltiplas interpretações.
Um aluno indisciplinado é em princípio alguém que possui um comportamento desviante em relação a uma norma explicita ou implícita sancionada em termos escolares e sociais.
A indisciplina pode implicar violência, mas não é necessário que esta ocorra. É neste sentido que alguns autores, distinguem vários níveis de indisciplina, tais como:

- Perturbação pontual que afecta o funcionamento das aulas ou mesmo da escola.
- Conflitos que afectam as relações formais e informais entre os alunos, que podem atingir alguma agressividade e violência, envolvendo por vezes, actos de extorsão, violência física ou verbal, roubo, vandalismo, etc.
- Conflitos que afectam a relação professor-aluno, e que em geral colocam em causa a autoridade e o estatuto do professor.
- Vandalismo contra a instituição escolar, que muitas vezes procura atingir tudo aquilo que ela significa.

As manifestações de indisciplina, nas suas formas mais elementares tornaram-se um rotina para qualquer professor. Exemplos de dois níveis de casos de indisciplina nas aulas:

Frequentes:

- Apatia do grupo.
- Cochicho
- Troca de mensagens e de papelinhos
- Intervalos cada vez maiores
- Exibicionismo
- Perguntas feitas de forma a colocar em causa o professor, ou a desvalorizarem o conteúdo das aulas
- Discussões frequentes entre grupos na alunos, de modo a provocarem uma agitação geral
- Comentários despropositados.
- Silêncios ostensivos
- Entradas e saídas "justificadas".

Excepcionais:

- Agressão a colegas
- Agressão a professores
- Roubos
- Provocações sexuais, racistas, etc.

O primeiro nível está hoje amplamente generalizado, o segundo está em crescimento.

GOSTARÍAMOS DE SABER A TUA OPINIÃO SOBRE ESTE FENÓMENO NA NOSSA ESCOLA.

EXISTE INSDISCIPLINA NA MORGADO?
É UMA SITUAÇÃO GENERALIZADA OU PONTUAL?
É PREJUDICIAL A ATITUDE DOS ALUNOS COM ESTE COMPORTAMENTO PARA OS RESTANTES COLEGAS?
COMO RESOLVERIAS TU, ESTE PROBLEMA?

Conheces algum caso que queiras relatar para, quem de direito, poder actuar?
Escreve para o Provedor. Já sabes que as tuas dúvidas são confidenciais.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

BULLYING



Basicamente, o "bullying", expressão inglesa com difícil tradução para português, consiste, segundo Alexandre Ventura, do departamento de Ciências da Educação da Universidade de Aveiro, "na violência física e/ou psicológica consciente e intencional exercida por um indivíduo ou um grupo sobre outro indivíduo, ou grupo, incapaz de se defender e que, em consequência de tal agressão, fica intimidado, podendo ver afectadas as respectivas segurança, auto-estima e personalidade".

Gozar, chamar nomes, ameaçar, empurrar, humilhar, excluir de brincadeiras e jogos são actos de todos os dias, que acontecem "desde sempre, desde que há crianças". E a isto se chama "bullying". Algo que muitas vezes é considerado pelos adultos como "saudável" e "uma boa forma de aprender a viver e a defender-se" e que pode deixar marcas para toda a vida.

Segundo Alexandre Ventura, o "bullying" pode marcar a personalidade de uma pessoa para sempre ao torná-la débil na capacidade de comunicação, ao torná-la incapaz de se afirmar em termos sociais, profissionais e amorosos.

As vítimas de "bullying" tornam-se muitas vezes pessoas tão frágeis que chegam mesmo a tentar o suicídio.

E o pior é que, ainda segundo aquele pedagogo, quando as vítimas procuram denunciar as situações em que vivem, "são mal recebidas, acabando por ser também vítimas de incompreensão".



Os predicados de uma potencial vítima

Ser recém-chegado a uma escola e ter ali poucos amigos íntimos é uma das características de muitas das vítimas. Ser tímido, viver num meio familiar superprotector, pertencer a um grupo racial ou étnico diferente da maioria, possuir uma diferença óbvia (como ser muito gordo ou muito magro, coxear, gaguejar), ter necessidades educativas especiais ou deficiência ou pelo simples facto de comportar-se de forma considerada imprópria, ser maçador ou intrometido são factores que fazem de um jovem uma potencial vítima.

Efeitos ou indícios de possível "bullying"

Os efeitos do "bullying" são vários. Baixa auto-estima, medo, pesadelos, rejeição da escola, insegurança, ansiedade, dificuldade de relacionamento interpessoal, dificuldade de concentração, diminuição do rendimento escolar, dores de cabeça ou de estômago, mudanças repentinas de humor, vómitos, urinar na cama, falta de apetite, choro, insónia, aumento de pedido de dinheiro e até roubos em casa e surgimento de objectos estragados ou desaparecidos sem que seja dada uma explicação para tal.


ESTE FENÓMENO EXISTE NA NOSSA ESCOLA?

terça-feira, 10 de março de 2009

Intervenção Civica...

A intervenção cívica revela-se como uma excelente oportunidade para sairmos da inércia, de darmos a conhecer as nossas ideias, de nos tornarmos cidadãos interventivos na construção da sociedade que queremos e com as regras que queremos viver.
A intervenção civica, além de ser uma actividade significativamente respeitada, permite uma aproximação aos mais diversos sectores da nossa sociedade, com a garantia de que se formos determinados e convictos naquilo em que nos envolvermos, encontraremos terreno fértil para a difusão das nossas ideias. A intervenção civica permite-nos mostrar que existem pessoas capazes de intervir na sociedade para além daqueles que são parte integrante da politica-partidária, quase sempre escrava dos ideiais e esquemas económicos, e como tal, nem sempre capazes de fazerem o melhor e o que é mais certo.
Senão vejamos, quantos de nós pertencem às associações de estudantes nas escolas e universidades? Quantos de nós intervêm nas reuniões da escola e procuram ter um papel crucial na sua própria educação? Quantos de nós procuram envolver-se nos comissões de estudantes? Quantos de nós pertencem às variadíssimas associações de jovens que procuram uma conduta responsável e de intervenção na cidadania? Quantos de nós pertencem ao rancho folclórico da sua região e dessa forma ajudam à preservação da identidade carnal do seu povo? Quantos de nós são membros de uma banda musical que reflicta nas letras a nossa forma de conceber a vida e o mundo? Quantos de nós pertencem às associações culturais, recreativas e desportivas das suas localidades?
Enfim, poderia continuar por aí adiante a salientar aspectos das nossas vidas diárias que poderiam ser rentabilizados para benefício das nossas ideias, mas que por inércia ou receio infundado nada se faz.
Estabelecer objectivos concretos por via da intervenção cívica, eis uma fórmula que trará inegavelmente resultados positivos no campo da acção política, social e cultural.
Tu podes fazer a diferença. Tens é de vencer a inércia e iniciar o teu caminho. Participa, sê activo.
Poderá demorar, pouco importa, és jovens... e mais a mais, a pressa sempre foi inimiga da perfeição.

terça-feira, 3 de março de 2009

Constituição Portuguesa

Principios fundamentais

Cidadania

Se os direitos de participação não se esgotam nos partidos, partimos em busca da cidadania que se exerce longe dos palcos políticos.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

LIBERDADE

Quando se pensa em liberdade, a primeira ideia que vem à cabeça é "fazer o que nos apetece sem dar contas a ninguém". Mas a liberdade não é só isso e nem sequer funciona assim. Como vivemos em sociedade torna-se impossível que cada um faça o que quer sem pensar nos outros. Basta recordar situações simples e concretas do dia-a-dia para perceber que a liberdade só existe se houver respeito por regras gerais que convêm a todos.
Em qualquer grupo a que se pertença só é possível gozar realmente a liberdade se houver regras que todos aceitem. Regras simples, claras, equilibradas e justas.
Quando o grupo é composto pelos cidadãos de um país, as regras a que tem de se obedecer são as leis. Num país democrático, as leis são pensadas, trabalhadas e aperfeiçoadas para garantir liberdade a toda a gente e a vários níveis.
Há vários tipos de liberdade:
* liberdade política (liberdade para formar partidos políticos; para votar nos candidatos a diferentes cargos de governo nacional, regional ou local; para se candidatar a qualquer cargo político);
* liberdade religiosa (liberdade para praticar a religião que se deseja);
* liberdade de expressão (liberdade de dizer o que se pensa publicamente, seja em conversa, seja por escrito).
No nosso contexto sociopolítico, a Comunidade Europeia teve necessidade de regulamentar quatro tipos específicos de liberdade, baseando-
-se na livre circulação de mercadorias, pessoas, serviços e capitais, de um país para outro, dentro da área comunitária abrangida. Aliás, é dentro deste conceito de liberdade que chegámos ao Euro, moeda que passou a vigorar como moeda única europeia a partir de Janeiro de 2002.

Texto adaptado das obras
Bernardo Stufa, Cidadão da Europa, Civilização Ed. e
Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, A Cidadania de A a Z, Ed. do M. E

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

DIA DA ESCOLA

A TUA OPINIÃO CONTA!
Envia-nos a tua opinião acerca das actividades realizadas na Escola no dia do ANIVERSÁRIO.
O que correu bem e o que correu mal. O que mudarias se fosse tu a organizar. A importância da acção dos alunos... dos professores e dos funcionários da Escola.
A tua opinião vai ajudar a realizar actividades mais aproximadas ao teu gosto... PARTICIPA, escreve um comentário ou (para uma opinião não divulgada) envia um e.mail para o Provedor.